Para que possamos entender um pouco mais do debate atual da sociedade brasileira, segue discussão balanceada que foi realizada na TV Justiça.
A partir dai, podemos tirar nossas conclusões com os pés no chão...
Muitos frutos foram colhidos, partilharemos o sabor com todos neste blog; muitas sementes estão germinando..... nós teremos a chance de ajudar a regá-las e ver florescer uma bela plantação; a rede lançada no mar voltará pesada e abarrotada de bons peixes! Façamos o banquete da partilha do Bem, da Paz e da Graça! ÉLCIO XAVIER, MARIA APARECIDA RANGEL e RITA APARECIDA GUERINO PAIVA
quinta-feira, 26 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
SUZETE E SUA MENSAGEM DE PLENA ALEGRIA...
“Gostaria de compartilhar essa mensagem deixada em 02 de abril de 1993, por Padre João em meu caderno de recordações”:
Suzete: O sorriso é o espelho da alma da pessoa.Ele encanta porque mostra que dentro da pessoa há calor e amor.
O sorriso espelha alegria e confiança: A mini-jovem ri bonita; sente o corpo buscar a forma da mulher bonita; percebe a mente se tornar capaz de entender a vida; corpo, espírito e alma compõem uma pessoa consciente e capaz.
O sorriso tem inimigos!!!
Ele depende da tranqüilidade e da consciência da pessoa no caminho do bem. Se a pessoa esbarra com as tempestades e cede, o sorriso pode tornar-se triste e até apagar.
Suzete, que o seu sorriso seja perene e alumie outros rostos! Seu amigo, Padre João 30 Cananéia, 02.04.93
domingo, 15 de maio de 2011
BANDEIRA DO DIVINO - Histórico escrito por Pe. João 30.
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Ano 2003 – Pe. João escreve histórico sobre Bandeira do Divino Espírito Santo
A Bandeira e a Festa do Divino representam na tradição das comunidades católicas das regiões mais antigas do Brasil – mais antigas do ponto de vista da presença de colonizadores europeus, em nosso caso de portugueses – uma tradição muito antiga de grande importância religiosa.
Quando o povo fala de “O Divino” sem explicar o uso desta expressão, está presente que se trata do Espírito Santo do Sinal da Cruz.
Por isso, não se ouve falar nunca são Divino, mas, os devotos ouvem com naturalidade o uso da expressão “Divino Espírito Santo”.
A visita da Bandeira do Divino aos bairros rurais e aos sítios do interior das paróquias é um tempo de profunda vivência religiosa quando a família convida os foliões a entrar na casa com a bandeira, enquanto, todos ouvem com muita devoção a cantoria dos foliões e prestam a sua veneração à bandeira beijando as fitas ou a Pombinha que está fixada no topo da bandeira vermelha e representa o Divino, cf. os Evangelhos (Mt 3,16).
Em seguida o povo dá a sua oferta, antigamente ‘em natura’ com produtos da lavoura, hoje mais em dinheiro. Há pessoas que fazem questão de fixar a cédula de sua oferta a uma das fitas. Depois, a família oferece café e alguma comida aos foliões e alguma coisa como balas ou bolo aos devotos que acompanham a bandeira de casa em casa enquanto ela está no bairro. Na casa onde almoçam, os foliões passam muito bem, melhor ainda na casa onde pousam à noite. Nessa casa, a bandeira é coberta com um pano vermelho e encerrada em lugar protegido.
Este rito solene de encerrar a bandeira, provavelmente tem a ver com o fandango que ocorria nas casas onde os foliões pousavam. Quem não gostaria de participar de um fandango tocado por tão bons músicos! Mas, a bandeira era coberta, separando deste modo tradicional respeitoso o sagrado do mundano. Dessas coisas, o povo não fala, mas todo mundo sabe que ‘deve ser feito assim’.
A despedida da bandeira é outro momento cheio de devoção e respeito. Depois da cantoria da despedida, os moradores da casa beijam a bandeira e os foliões partem para a próxima casa onde foram convidados ou se despedem no porto para pegar o barco - antigamente eram sempre canoas a remo - para viajar ao próximo bairro.
Esta festa riquíssima em tradição, sentimentos e gestos religiosos é muito antiga e ficou guardada com profundo respeito desde as tradições trazidas pelos portugueses que nos primeiros séculos da colonização ainda guardavam a religiosidade medieval do Sul da Europa.
Esta parte da Europa não tinha sofrido a influência da Reforma Protestante assim que o Concílio de Trento (1545-1563) de início não atingiu a religiosidade católica da Península Ibérica nem suas colônias... A Bandeira do Divino sai em Cananéia da igreja-matriz para os bairros e os sítios do interior do município. Esta despedida deve ser feita cada ano no dia 3 de maio.
Perguntando ao povo porque exatamente no dia 3 de maio, ninguém o sabe, mas, a resposta é de um valor radical: ‘sempre foi feito assim’.
Dia 3 de maio, na Europa da cristandade até os anos cinqüenta do século 20, o dia da Santa Cruz era uma festa importante, celebrada cada ano no dia 3 de maio.
Desde a Idade Média, a Cruz de Cristo era símbolo da resistência contra o maior inimigo de então, contra o Islamismo que durante séculos procurou conquistar e converter a Europa católica para Maomé. Este avanço dos exércitos turcos tinha sido sustado quando, durante umas batalhas decisivas, a Santa Cruz foi levantada na primeira linha dos exércitos cristãos da Europa contra os inimigos.
Aí se vê como a religiosidade dos colonizadores vindos da Europa sobrevive em certos símbolos e costumes da religiosidade popular, até hoje. Cananéia, 3 de junho de 2003. Padre João Trinta
sábado, 7 de maio de 2011
"PRESENTE DE PADRE JOÃO PARA O DIA DAS MÃES” - Reflexões 2004
ESTA MENSAGEM FOI ESCRITA POR PADRE JOÃO PARA O DIA DAS MÃES HÁ ALGUNS ANOS ATRÁS...
AINDA HOJE ESTA REFLEXÃO É MUITO ATUAL E CREMOS QUE ELE ENVIA PARA TODAS AS MÃES DO MUNDO, EM ESPECIAL À VOCE MÃE QUE A LÊ NESTE MINUTO":
Feliz Dia das Mães de todas as idades, credos, raças, neste Dia Especial. FELIZ DIA a todas as mães, às mães casadas, às mães solteiras, às mães idosas, às mães adolescentes... FELIZ DIA às mães que tem mais recursos e maior estabilidade na vida, FELIZ DIA às mães pobres que lutam todo dia para dar conta do recado.
As tarefas que as mães enfrentam são as mais diferentes, mas todas requerem muito Amor,... amor aos filhos, aos maridos, seus companheiros e sua alegria, aos pais de seus filhos mesmo se foram abandonadas ou enganadas. Só com muito amor, essas mães todas serão capazes para muita graça e muita doação.
Na comunidade encontramos regularmente as mães que dão vida à família e à comunidade. Dom das mães é dar vida... a tudo o que elas tocam.
Isso é um dom natural, é maternidade:
Isso é cultural, aqui se espera tudo isso das mulheres;
Isso é Fé, muita fé; as mães sabem o que é doação, mesmo no meio das maiores dificuldades; Isso é a mulher, fêmea, graciosa, carinhosa e intuitiva.


Na sociedade acham que tudo isso é normal, como se elas fossem obrigadas de ser assim: Vamos celebrar hoje que a mulher merece muito mais ...
mais amor da parte dos maridos e dos filhos,
mais gratidão de toda a humanidade,
mais liberdade e compreensão, para se tornarem mais capazes ainda;
mais apoio e confiança, para mostrar o tamanho amor com que Deus as criou. Pois, se elas puderem receber todo esse carinho e respeito, vão mudar o mundo em lugar de Paz, com menos agressividade, menos vícios e menos solidão; um mundo diferente, o mundo que Deus não deixa de sonhar para todos os seus filhos e suas filhas.
¿ Como Pai, como Mãe, como filho ou filha, temos procurado viver estes valores em nossas famílias?

A família, especialmente papai e mamãe, são os primeiros educadores da vida de fé dos filhos. São os pais que preparam os filhos para dar a sua colaboração por um mundo mais feliz
Essa educação os acompanhará durante a vida toda, fazendo deles anunciadores da Boa Noticia de Deus para o seu povo.
? As nossas famílias educam os filhos para uma vida de fé??
Ninguém, nem a mãe, não tem o direito de matar a criança que ainda não nasceu, praticando um aborto. Nunca podemos pensar também que as guerras sejam justas; que o pobre seja preguiçoso; e que a pena de morte seja uma solução para os problemas da sociedade. Longe de nós, então, esses pensamentos e idéias, as quais sempre recaem sobre as populações mais pobres.
A Igreja é a nossa Segunda Família e a comunidade nosso Segundo Lar. Muita gente ainda não sabe o que significa viver em comunidade, praticar a solidariedade e estar atentos ao bem de todos. É difícil no mundo de hoje ensinar a responsabilidade pelos outros e a gratuidade.
Que o carinho e a amizade da nossa Comunidade protejam e defenda todas as mães, principalmente as mais necessitadas.
Pedimos a Deus que as comunidades saibam acolher as mães excluídas da assistência pública e as integre com carinho na vida do bairro e na entre-ajuda.
Que o nosso coração reconheça em todas as mães a face de Cristo. Que o nosso amor ao próximo seja nossa alegria, e a vida de comunhão com Jesus Cristo nos preserve do medo e da tentação de abandonar os nossos compromissos.
A nossa fé nos ensina a acolher o diferente, fazendo com que a Palavra de Deus possa chegar a todas as mães, em todos os lares e em todos os bairros. Que a mãe solteira, a mãe analfabeta, a mãe abandonada, a mãe desempregada, possam conhecer a Palavra de Deus anunciada como Palavra de Esperança e de Vida..
AS BÊNÇÃOS DE DEUS RECAIAM SOBRE TODAS AS MÃES E SE MANTENHAM COMO FORÇA DE FÉ E VIDA. Um forte abraço de Pe. João Trinta!
sexta-feira, 6 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Dom Apparecido José Dias e Pe. João 30 – Irmãos e companheiros, seguindo Jesus no Compromisso com os Excluídos.
Pe. João conheceu e conviveu com Dom Apparecido em Iguape, até que o mesmo se ordenou padre em 10 de Fevereiro de 1974, o Padre Apparecido. O Padre Apparecido tomou posse e assumiu a Paróquia e Basílica de Iguape, como sucessor de Padre João 30.
No dia 16 de junho de 1974, padre Jan Van Der Heijden - Pe João 30 foi empossado como vigário da paróquia de São João Batista de Cananéia, por Dom Davi(Bispo de Santos), e Padre Apparecido participou da celebração representando a Congregação do Verbo Divino. O Padre Apparecido viria a ser o grande amigo de Padre João 30.
“ Conviver com este homem santo foi um privilégio...
Realizou a vida de cristão batizado que aceitava com Fé o que Deus esperava dele até assumir a diocese de Roraima. Sempre foi o amigo dos mais pobres, a exemplo de Jesus”. “Padre João Trinta”
Com a Criação da Diocese de Registro em 1975, o então padre Apparecido torna-se Dom Apparecido, Bispo da Diocese de Registro-Sp.
Desde então, iniciou-se uma profética caminhada com o Povo do Vale do Ribeira. Ambos, Dom Apparecido e Pe João 30 conduziam o nosso povo, delineando a recém-nascida Diocese de Registro, toda ela assentada em Ceb’s(Comunidades Eclesiais de Base). Trabalharam com poucos recursos, com pequenas ações possíveis e uma forte Catequese de FÉ e VIDA.
Bispo Apparecido, foi muito sensível às questões sociais, incentivou a participação de sua Equipe nos Direitos Humanos, Justiça e Paz, tendo no Padre João 30 seu grande colaborador.
Aos poucos, iremos postando verdadeiros escritos históricos realizados por estes 02(dois) abençoados Profetas de nosso tempo.
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